Como selecionar as idéias após o Brainstorming?

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Brainstorming é uma ótima ferramenta para se ter ideias que fujam à forma padrão das soluções imaginadas para um problema e é uma técnica muito usada atualmente. Mas na hora de analisar e selecionar as idéias feitas no brainstorming, você sabe como escolher?  Para começar, o momento de selecionar as ideias não deve acontecer após o brainstorming, mas sim quando as soluções forem posteriormente testadas. Por isso, no processo de seleção, é importante evitar adotar apenas as ideias que pareçam mais adequadas e seguras, pois num primeiro momento toda grande ideia pode parecer inviável.

Há muitas formas de selecionar idéias. Uma delas é optar por aquelas ideias que inspirem o grupo a construir protótipos em diferentes formatos: físico, digital e de experiência.

Outra forma é solicitar que o grupo eleja uma ou duas ideias para cada uma das diferentes categorias criadas, como: a ideia mais racional, a ideia mais ousada, a ideia que mais agradará o público alvo, a idéia mais louca etc.

Você também deverá selecionar as ideias que mais envolveram as pessoas do grupo, seja porque a julgaram como a mais criativa ou divertida e estranha. Mesmo apresentando fatores que parecem inviáveis, as ideias podem conter aspectos úteis e significativos para a solução que está sendo desenvolvida.   

Branding como instrumento de gestão nas empresas

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Branding: afinal, o que é isso? Administração de marcas ou Branding deixou de ser um compromisso passageiro, um movimento modal, uma preocupação cosmética de designers e profissionais de comunicação. Não é também uma elaboração intelectual e filosófica sem compromisso com o bottom line. Branding tem se transformado rapidamente em um instrumento de gestão nas empresas.

Como Branding pode se constituir num processo internalizado dentro das organizações? Como sua cultura pode penetrar e se enraizar nos processos de gestão dos negócios?

As recomendações seguintes não são uma “receita de bolo”, mas quem as pratica sabe que o poder de negócio e de relacionamento de suas marcas com o mercado e com público interno é muito maior e mais sustentável.  

1) O processo de conversão: esta é a primeira e talvez mais essencial de todas as recomendações. É o seguinte: ou a organização e principalmente seus executivos-chave têm consciência da necessidade de levar temas de Branding para o boardroom ou nada vai acontecer. Ele vai continuar feudalizado em algum departamento, provavelmente marketing ou comunicação corporativa. Sem uma autêntica conversão, Branding tem apenas um papel cosmético e periférico.

2) Menos vaidade corporativa: marcas não resistem a desaforos. Um dos piores é a vaidade corporativa. É em nome dela que a marca assume ares de soberba e de injustificada arrogância. Por exemplo: quando a marca se aventura em novos mercados de produtos e serviços sem ter licença perceptual ou autoridade reconhecida para isso. O mercado está cheio de casos de marcas de boa estatura que, no entanto, movidas por vaidade corporativa sentem-se no direito de atuar em áreas novas onde não são reconhecidas como um player natural.

3) A importância da humildade: Louis Gerstner (ex-CEO da IBM) disse algumas vezes o seguinte: “A desk is a dangerous place from which to view the world”. Não sei se, originalmente, a frase é dele, mas acabou sendo para mim. Branding é um processo alimentado por um conhecimento real dos clientes, consumidores e stakeholders em geral. Grandes líderes de empresas aéreas vivem dentro de aviões; profissionais do mercado de consumo adoram conviver com supermercados. O contato com o mundo real ensina tanto quanto o que nos chega pela tela dos computadores. Branding não é uma construção filosófica de intelectualóides de “sacerdores e iniciados”. É uma formulação que deriva de um profundo conhecimento daqueles a quem a marca se dirige.

4) A preservação da identidade: Branding é uma forma criteriosa de proteger as conquistas simbólicas da marca. Nada mais nefasto para a vida das marcas do que a confusão. E o crescimento das empresas, seus processos de aquisição e fusão têm criado uma arquitetura confusa de marcas, que muitas vezes parece mais uma casa com “puxadinhos”. A posição das marcas, umas em relação às outras, complica-se. As hierarquias perdem a limpidez. Forma-se o que nós da TroianoBranding, costumamos chamar de “surubrand”. É uma expressão tão feia quanto fácil de entender. O “surubrand” compromete a preservação da identidade. Difícil imaginar, seja em mercados de consumo seja em B2B, que a prosperidade possa existir, em nosso mundo, sem uma visão e práticas sólidas e consistentes de Branding.   

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Sem Trade Marketing não se vende mais

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Não adianta comprar mídia, fazer marketing direto, de relacionamento e promoção se o produto não estiver bem posicionado no PDV nem tiver força de venda adequada. E é aí que entra o Trade Marketing.

Imagine que você levou um ano desenvolvendo um novo produto. Para lançá-lo, promoveu um grande evento com formadores de opinião, celebridades, fez comercial na TV, rádio, jornal, revista, mobiliário urbano, criou um campanha de marketing direto, ambiente on-line para se relacionar com o consumidor, promoção e conseguiu fazer uma boa campanha viral. Até aqui o script estaria perfeito não fosse por um detalhe cada vez mais fundamental nas estratégias de marketing: as ações de trade marketing.

O seu produto pode ser top of mind, mas se ele não estiver bem posicionado no ponto de venda, se não houver treinamento da força de vendas, parceria com varejista, ações de degustação, demonstração e merchandising na hora que ele for comprar, não adiantará nada ter feito todas aquelas ações do início do texto.

Simplesmente o seu produto não vai vender conforme você gostaria. Por isso, e por trazer retorno de curto prazo, a indústria está investindo cada vez mais neste segmento.

Há quem reclame até que parte de seu orçamento esteja diminuindo porque o departamento comercial precisa de munição para negociar bons espaços no ponto de venda. Hoje, um espaço de destaque num supermercado é tão ou mais disputado do que um horário nobre na TV. “Isso é uma realidade na indústria“, observa Denílson Claro, Diretor de Marketing do Walmart no Brasil. “A verba que eles reservam para trabalhar Branding tem sido otimizada e a verba de Trade Marketing tem aumentado justamente para impactar o consumidor no momento da compra“.

Retorno em curto prazo

Sidney Porto, diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil, especializada em merchandising, acredita que não há migração de verbas das ações de marketing para as do comercial, já que as ações no ponto de venda nascem do planejamento estratégico que deve ser desenvolvido numa dobradinha entre os dois departamentos.

 

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O que você precisa saber sobre Design Thinking

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O Design Thinking surge como uma abordagem capaz de colocar o consumidor num papel de protagonista no processo de desenvolvimento de novos produtos, serviços e

até negócios, voltados para necessidades e desejos dos usuários finais.

Esse novo modelo mental de solução de problemas busca desconstruir todas as respostas que o mercado já dá aos desafios diários, vai a campo vivenciar o que realmente falta à experiência das pessoas e escolhe alternativas, que são prototipadas e testadas a todo o momento para minimizar riscos.

Consumidor no começo de tudo

Todo produto ou serviço é direcionado para o consumidor, e, por isso, é bom trazê-lo para o início do processo. Nosso objetivo é entender o que ele vai querer no futuro e não quis no passado, o que só é descoberto quando nos colocamos na perspectiva do consumidor“, ressalta Adriano Jorge, Gerente de Inovação Aberta na Natura.

O uso do Design Thinking para o desenvolvimento de novos produtos não é novo. Os designers sempre recorreram à abordagem ao trabalharem em objetos de modo a combinar uma estética atraente a usabilidade e utilidade.

A nova tendência, especialmente no exterior, é a aplicação da metodologia a serviços e a negócios, pensando inclusive na melhoria de processos internos às corporações. Muitas vezes, o usuário final não é o consumidor, mas o funcionário da empresa, por exemplo.

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Entendemos o Marketing como holístico. Isso quer dizer que ele não só permeia toda a empresa, mas como é o grande orientador do negócio. É a base.

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MBA Marketing e Comunicação Estratégica – IGEC FACHA

E a comunicação é uma das janelas pela qual a empresa chega ao mercado e aos seus clientes. Por isso, pensar o Marketing e a Comunicação de forma estratégica nada mais é do que fazer o que eles realmente são. Dentro deste raciocínio, nos dias de hoje, no entanto, é impossível não dividir o fazer Marketing em algumas caixinhas.Por serem tão amplos e vitais, Marketing e Comunicação dependem de Design Thinking, por exemplo. Uma abordagem que propõe imersão no cotidiano do usuário final do produto ou serviço, seguido de insights criativos e testes com protótipos, para reduzir o risco.

Antes de tudo, porém, Marketing e Comunicação Estratégica precisam entender de
gente. Antropologia do Consumo e Comportamento do Consumidor. Daí entrar na
mente dele pelo Neuromarketing. Não sem ter o Branding como ferramenta de gestão e aplicar tudo por meio de estratégias de Shopper e Trade Marketing. Sem esquecer que Marketing de Conteúdo e
Inbound Marketing nos dias de hoje são fundamentais para gerar engajamento e
novos clientes.

Essas “caixinhas” são algumas das disciplinas do MBA de Marketing e Comunicação Estratégica do IGEC, realizado em parceria com a Facha. Clique aqui para conhecer  gra de do curso, datas e outras informações. Aproveite e comece seu 2017 com a certeza de que vai estar no caminho certo para o sucesso.  Já estão abertas as incrições para a nova turma no dia 18/03.