Como usar o Design Thinking para atrair o consumidor

igec-design-thinking-igec-facha

O uso do Design Thinking para o desenvolvimento de novos produtos não é novo. Os designers sempre recorreram à abordagem ao trabalharem em objetos de modo a combinar uma estética atraente a usabilidade e utilidade. A nova tendência, especialmente no exterior, é a aplicação da metodologia a
serviços e a negócios, pensando inclusive na melhoria de processos internos às corporações. Muitas vezes, o usuário final não é o consumidor, mas o funcionário da empresa, por exemplo.

Para desenvolver um trabalho mais holístico, as corporações contratam consultorias por períodos de médio a longo prazo ou montam internamente equipes voltadas para a inovação com designers, além de profissionais de outras especialidades.

Um exemplo foi o projeto feito pela empresa Ana Couto Branding para o evento Coca-Cola Vibezone.
A fabricante de refrigerantes tinha a intenção de desenvolver um evento para jovens precisava entender quais os anseios desse grupo da população. A pergunta era: do que o jovem tem sede?

“O usuário é a base do entendimento de sua necessidade nos projetos elaborados por meio da abordagem do Design Thinking. Recorremos às pesquisas para entender o que o público vai usar e
precisa, para ter o insight criativo e não para checagem de informações. No projeto com a Coca-Cola realizamos um encontro com jovens em que pedimos para que eles trouxessem tudo que gostariam de levar para uma ilha deserta”, conta Ana Couto.

office-1568780_1920

A partir dos objetos, de uma forma lúdica, a agência começou a entender os desejos do público-alvo, com o qual a Coca-Cola queria uma reaproximação. O grupo convidado era formado por diferentes perfis: o jovem antenado, o esportista, o introspectivo e o fashion.
“Descobrimos que, diferentemente de outras gerações, nessa as tribos interagem muito
bem. Os jovens de hoje são muito curiosos e há afinidades. Assim percebemos que
deveria haver um compartilhamento de informação, de conhecimento, no evento”, relata
Ana Couto.
Todo o processo de imersão, ideação (brainstorm) e de prototipagem (teste) fazem com que os riscos sejam minimizados, embora eles sempre existam em programas voltados para o desenvolvimento de inovações. No caso do evento da Coca-Cola, 92% dos entrevistados acharam boa ou ótima a iniciativa.
“Nesse tipo de trabalho, não há certo e errado. Exploramos cenários da forma mais
aberta possível para depois chegar a solução mais adequada, por ser relevante e eficaz”,
resume Ana Couto.

Para estudar mais sobre Design Thinking, inscreva-se no nosso MBA de Marketing Digital, com novas turmas 18/03. Descontos de 15% em cada mensalidade pagando até dia 10, 20% para empresas conveniadas e  30% ex-aluno da FACHA. Inscreva-se agora aqui.

Fonte: Mundo do Marketing Branded Content e Igec

 

0 replies

Deixe uma Resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *