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Por que os Jornalistas estão migrando para o Marketing?

Crise enfrentada por veículos e redução das oportunidades causaram verdadeiro “êxodo” na neste mercado. Profissionais buscam novos conhecimentos para driblar o problema.

Os últimos anos não têm sido fáceis para os jornalistas. Demissões e cada vez menos vagas em redações e até mesmo em assessorias de impressa estão promovendo há alguns anos a migração destes profissionais para a área de Marketing. Alguns para desenvolverem estratégias de comunicação de forma mais ampla e assertiva, outros para abrir o campo de atuação e buscarem novas oportunidades na carreira.

Há vagas na área de Marketing para os jornalistas, mas falta formação. Preparados basicamente para produzir conteúdo jornalístico, este profissional carece de conhecimentos que lhe ajudem a olhar a comunicação e as empresas em que vão trabalhar de forma estratégica. “Em áreas novas e onde há alta demanda como Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing, onde a contribuição do jornalista pode ser muito grande, faltam profissionais especializados”, afirma Bruno Mello, Fundador do portal Mundo do Marketing e Coordenador do MBA em Marketing e Comunicação Estratégica Facha, no Rio de Janeiro.

Neste MBA, cerca de 50% dos alunos são egressos do jornalismo. “Alguns já trabalham em marketing e entram no MBA para se especializar, enquanto outros buscam novos conhecimentos para estarem preparados para as novas demandas de mercado”, explica Mello. “Também quem trabalha em assessoria de imprensa e comunicação já há algum tempo percebeu que a área está muito mais voltada para o marketing do que para jornalismo”, completa.

É neste momento que a formação teórica e prática fazem a diferença. O MBA de Marketing e Comunicação Estratégica da Facha é um dos pioneiros no Brasil e está com sua décima sétima turma aberta para inscrições para a última entrada do ano, em julho. De acordo com pesquisa interna do curso, a maioria dos alunos que termina esta pós-graduação ingressa na área de Marketing, onde os salários são mais atrativos, ou são promovidos. Conheça o MBA.

Fonte: Mundo do Marketing

Branding como instrumento de gestão nas empresas

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Branding: afinal, o que é isso? Administração de marcas ou Branding deixou de ser um compromisso passageiro, um movimento modal, uma preocupação cosmética de designers e profissionais de comunicação. Não é também uma elaboração intelectual e filosófica sem compromisso com o bottom line. Branding tem se transformado rapidamente em um instrumento de gestão nas empresas.

Como Branding pode se constituir num processo internalizado dentro das organizações? Como sua cultura pode penetrar e se enraizar nos processos de gestão dos negócios?

As recomendações seguintes não são uma “receita de bolo”, mas quem as pratica sabe que o poder de negócio e de relacionamento de suas marcas com o mercado e com público interno é muito maior e mais sustentável.  

1) O processo de conversão: esta é a primeira e talvez mais essencial de todas as recomendações. É o seguinte: ou a organização e principalmente seus executivos-chave têm consciência da necessidade de levar temas de Branding para o boardroom ou nada vai acontecer. Ele vai continuar feudalizado em algum departamento, provavelmente marketing ou comunicação corporativa. Sem uma autêntica conversão, Branding tem apenas um papel cosmético e periférico.

2) Menos vaidade corporativa: marcas não resistem a desaforos. Um dos piores é a vaidade corporativa. É em nome dela que a marca assume ares de soberba e de injustificada arrogância. Por exemplo: quando a marca se aventura em novos mercados de produtos e serviços sem ter licença perceptual ou autoridade reconhecida para isso. O mercado está cheio de casos de marcas de boa estatura que, no entanto, movidas por vaidade corporativa sentem-se no direito de atuar em áreas novas onde não são reconhecidas como um player natural.

3) A importância da humildade: Louis Gerstner (ex-CEO da IBM) disse algumas vezes o seguinte: “A desk is a dangerous place from which to view the world”. Não sei se, originalmente, a frase é dele, mas acabou sendo para mim. Branding é um processo alimentado por um conhecimento real dos clientes, consumidores e stakeholders em geral. Grandes líderes de empresas aéreas vivem dentro de aviões; profissionais do mercado de consumo adoram conviver com supermercados. O contato com o mundo real ensina tanto quanto o que nos chega pela tela dos computadores. Branding não é uma construção filosófica de intelectualóides de “sacerdores e iniciados”. É uma formulação que deriva de um profundo conhecimento daqueles a quem a marca se dirige.

4) A preservação da identidade: Branding é uma forma criteriosa de proteger as conquistas simbólicas da marca. Nada mais nefasto para a vida das marcas do que a confusão. E o crescimento das empresas, seus processos de aquisição e fusão têm criado uma arquitetura confusa de marcas, que muitas vezes parece mais uma casa com “puxadinhos”. A posição das marcas, umas em relação às outras, complica-se. As hierarquias perdem a limpidez. Forma-se o que nós da TroianoBranding, costumamos chamar de “surubrand”. É uma expressão tão feia quanto fácil de entender. O “surubrand” compromete a preservação da identidade. Difícil imaginar, seja em mercados de consumo seja em B2B, que a prosperidade possa existir, em nosso mundo, sem uma visão e práticas sólidas e consistentes de Branding.   

Estude mais sobre Branding e se destaque no mercado de trabalho com nosso MBA de Marketing Digital ou MBA de Marketing e Comunicação Estratégica, novas turmas a partir do dia 18/03. Inscreva-se agora.

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Entendemos o Marketing como holístico. Isso quer dizer que ele não só permeia toda a empresa, mas como é o grande orientador do negócio. É a base.

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MBA Marketing e Comunicação Estratégica – IGEC FACHA

E a comunicação é uma das janelas pela qual a empresa chega ao mercado e aos seus clientes. Por isso, pensar o Marketing e a Comunicação de forma estratégica nada mais é do que fazer o que eles realmente são. Dentro deste raciocínio, nos dias de hoje, no entanto, é impossível não dividir o fazer Marketing em algumas caixinhas.Por serem tão amplos e vitais, Marketing e Comunicação dependem de Design Thinking, por exemplo. Uma abordagem que propõe imersão no cotidiano do usuário final do produto ou serviço, seguido de insights criativos e testes com protótipos, para reduzir o risco.

Antes de tudo, porém, Marketing e Comunicação Estratégica precisam entender de
gente. Antropologia do Consumo e Comportamento do Consumidor. Daí entrar na
mente dele pelo Neuromarketing. Não sem ter o Branding como ferramenta de gestão e aplicar tudo por meio de estratégias de Shopper e Trade Marketing. Sem esquecer que Marketing de Conteúdo e
Inbound Marketing nos dias de hoje são fundamentais para gerar engajamento e
novos clientes.

Essas “caixinhas” são algumas das disciplinas do MBA de Marketing e Comunicação Estratégica do IGEC, realizado em parceria com a Facha. Clique aqui para conhecer  gra de do curso, datas e outras informações. Aproveite e comece seu 2017 com a certeza de que vai estar no caminho certo para o sucesso.  Já estão abertas as incrições para a nova turma no dia 18/03.