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Quer fazer parte dos profissionais de sucesso do futuro?

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O IGEC nasceu de um sonho de tornar a sala de aula mais dinâmica e atualizada com o mercado que está em constante mudanças. Desde então, surgiram cursos pensados para atender profissionais que querem acompanhar todas as novidades do mercado, fazer networking, criar visão estratégica, incentivar empreendedores e não esperar o MBA acabar para começar a colocar em prática o aprendizado e sim, trocar idéias com os colegas de sala e aproveitar que todos os professores do IGEC tem vivência profissional para aprender com eles ainda mais e experimentar tudo que está sendo estudado na teoria com os projetos únicos disponíveis como o Supercase, que traz aos alunos a oportunidade de avaliar soluções para empresas já existentes tendo um desafio real para participar e evoluir como profissional durante o MBA.

Sempre inovador, o IGEC é o primeiro curso de primeiro curso de pós-graduação em Marketing Digital do país e está com inscrições abertas para o MBA de Marketing Digital e MBA de Marketing e Comunicação Estratégica, com novas turmas no dia 18 de Março. Faça parte desse time que só cresce! Inscreva-se agora!

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30% ex-aluno da FACHA.

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Para mais informações entre em contato por email: coordenação@igec.com.br

Como usar o Design Thinking para atrair o consumidor

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O uso do Design Thinking para o desenvolvimento de novos produtos não é novo. Os designers sempre recorreram à abordagem ao trabalharem em objetos de modo a combinar uma estética atraente a usabilidade e utilidade. A nova tendência, especialmente no exterior, é a aplicação da metodologia a
serviços e a negócios, pensando inclusive na melhoria de processos internos às corporações. Muitas vezes, o usuário final não é o consumidor, mas o funcionário da empresa, por exemplo.

Para desenvolver um trabalho mais holístico, as corporações contratam consultorias por períodos de médio a longo prazo ou montam internamente equipes voltadas para a inovação com designers, além de profissionais de outras especialidades.

Um exemplo foi o projeto feito pela empresa Ana Couto Branding para o evento Coca-Cola Vibezone.
A fabricante de refrigerantes tinha a intenção de desenvolver um evento para jovens precisava entender quais os anseios desse grupo da população. A pergunta era: do que o jovem tem sede?

“O usuário é a base do entendimento de sua necessidade nos projetos elaborados por meio da abordagem do Design Thinking. Recorremos às pesquisas para entender o que o público vai usar e
precisa, para ter o insight criativo e não para checagem de informações. No projeto com a Coca-Cola realizamos um encontro com jovens em que pedimos para que eles trouxessem tudo que gostariam de levar para uma ilha deserta”, conta Ana Couto.

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A partir dos objetos, de uma forma lúdica, a agência começou a entender os desejos do público-alvo, com o qual a Coca-Cola queria uma reaproximação. O grupo convidado era formado por diferentes perfis: o jovem antenado, o esportista, o introspectivo e o fashion.
“Descobrimos que, diferentemente de outras gerações, nessa as tribos interagem muito
bem. Os jovens de hoje são muito curiosos e há afinidades. Assim percebemos que
deveria haver um compartilhamento de informação, de conhecimento, no evento”, relata
Ana Couto.
Todo o processo de imersão, ideação (brainstorm) e de prototipagem (teste) fazem com que os riscos sejam minimizados, embora eles sempre existam em programas voltados para o desenvolvimento de inovações. No caso do evento da Coca-Cola, 92% dos entrevistados acharam boa ou ótima a iniciativa.
“Nesse tipo de trabalho, não há certo e errado. Exploramos cenários da forma mais
aberta possível para depois chegar a solução mais adequada, por ser relevante e eficaz”,
resume Ana Couto.

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Fonte: Mundo do Marketing Branded Content e Igec

 

Branding como instrumento de gestão nas empresas

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Branding: afinal, o que é isso? Administração de marcas ou Branding deixou de ser um compromisso passageiro, um movimento modal, uma preocupação cosmética de designers e profissionais de comunicação. Não é também uma elaboração intelectual e filosófica sem compromisso com o bottom line. Branding tem se transformado rapidamente em um instrumento de gestão nas empresas.

Como Branding pode se constituir num processo internalizado dentro das organizações? Como sua cultura pode penetrar e se enraizar nos processos de gestão dos negócios?

As recomendações seguintes não são uma “receita de bolo”, mas quem as pratica sabe que o poder de negócio e de relacionamento de suas marcas com o mercado e com público interno é muito maior e mais sustentável.  

1) O processo de conversão: esta é a primeira e talvez mais essencial de todas as recomendações. É o seguinte: ou a organização e principalmente seus executivos-chave têm consciência da necessidade de levar temas de Branding para o boardroom ou nada vai acontecer. Ele vai continuar feudalizado em algum departamento, provavelmente marketing ou comunicação corporativa. Sem uma autêntica conversão, Branding tem apenas um papel cosmético e periférico.

2) Menos vaidade corporativa: marcas não resistem a desaforos. Um dos piores é a vaidade corporativa. É em nome dela que a marca assume ares de soberba e de injustificada arrogância. Por exemplo: quando a marca se aventura em novos mercados de produtos e serviços sem ter licença perceptual ou autoridade reconhecida para isso. O mercado está cheio de casos de marcas de boa estatura que, no entanto, movidas por vaidade corporativa sentem-se no direito de atuar em áreas novas onde não são reconhecidas como um player natural.

3) A importância da humildade: Louis Gerstner (ex-CEO da IBM) disse algumas vezes o seguinte: “A desk is a dangerous place from which to view the world”. Não sei se, originalmente, a frase é dele, mas acabou sendo para mim. Branding é um processo alimentado por um conhecimento real dos clientes, consumidores e stakeholders em geral. Grandes líderes de empresas aéreas vivem dentro de aviões; profissionais do mercado de consumo adoram conviver com supermercados. O contato com o mundo real ensina tanto quanto o que nos chega pela tela dos computadores. Branding não é uma construção filosófica de intelectualóides de “sacerdores e iniciados”. É uma formulação que deriva de um profundo conhecimento daqueles a quem a marca se dirige.

4) A preservação da identidade: Branding é uma forma criteriosa de proteger as conquistas simbólicas da marca. Nada mais nefasto para a vida das marcas do que a confusão. E o crescimento das empresas, seus processos de aquisição e fusão têm criado uma arquitetura confusa de marcas, que muitas vezes parece mais uma casa com “puxadinhos”. A posição das marcas, umas em relação às outras, complica-se. As hierarquias perdem a limpidez. Forma-se o que nós da TroianoBranding, costumamos chamar de “surubrand”. É uma expressão tão feia quanto fácil de entender. O “surubrand” compromete a preservação da identidade. Difícil imaginar, seja em mercados de consumo seja em B2B, que a prosperidade possa existir, em nosso mundo, sem uma visão e práticas sólidas e consistentes de Branding.   

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