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Sem Trade Marketing não se vende mais

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Não adianta comprar mídia, fazer marketing direto, de relacionamento e promoção se o produto não estiver bem posicionado no PDV nem tiver força de venda adequada. E é aí que entra o Trade Marketing.

Imagine que você levou um ano desenvolvendo um novo produto. Para lançá-lo, promoveu um grande evento com formadores de opinião, celebridades, fez comercial na TV, rádio, jornal, revista, mobiliário urbano, criou um campanha de marketing direto, ambiente on-line para se relacionar com o consumidor, promoção e conseguiu fazer uma boa campanha viral. Até aqui o script estaria perfeito não fosse por um detalhe cada vez mais fundamental nas estratégias de marketing: as ações de trade marketing.

O seu produto pode ser top of mind, mas se ele não estiver bem posicionado no ponto de venda, se não houver treinamento da força de vendas, parceria com varejista, ações de degustação, demonstração e merchandising na hora que ele for comprar, não adiantará nada ter feito todas aquelas ações do início do texto.

Simplesmente o seu produto não vai vender conforme você gostaria. Por isso, e por trazer retorno de curto prazo, a indústria está investindo cada vez mais neste segmento.

Há quem reclame até que parte de seu orçamento esteja diminuindo porque o departamento comercial precisa de munição para negociar bons espaços no ponto de venda. Hoje, um espaço de destaque num supermercado é tão ou mais disputado do que um horário nobre na TV. “Isso é uma realidade na indústria“, observa Denílson Claro, Diretor de Marketing do Walmart no Brasil. “A verba que eles reservam para trabalhar Branding tem sido otimizada e a verba de Trade Marketing tem aumentado justamente para impactar o consumidor no momento da compra“.

Retorno em curto prazo

Sidney Porto, diretor de Planejamento e Negócios da Gerencial Brasil, especializada em merchandising, acredita que não há migração de verbas das ações de marketing para as do comercial, já que as ações no ponto de venda nascem do planejamento estratégico que deve ser desenvolvido numa dobradinha entre os dois departamentos.

 

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Entendemos o Marketing como holístico. Isso quer dizer que ele não só permeia toda a empresa, mas como é o grande orientador do negócio. É a base.

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MBA Marketing e Comunicação Estratégica – IGEC FACHA

E a comunicação é uma das janelas pela qual a empresa chega ao mercado e aos seus clientes. Por isso, pensar o Marketing e a Comunicação de forma estratégica nada mais é do que fazer o que eles realmente são. Dentro deste raciocínio, nos dias de hoje, no entanto, é impossível não dividir o fazer Marketing em algumas caixinhas.Por serem tão amplos e vitais, Marketing e Comunicação dependem de Design Thinking, por exemplo. Uma abordagem que propõe imersão no cotidiano do usuário final do produto ou serviço, seguido de insights criativos e testes com protótipos, para reduzir o risco.

Antes de tudo, porém, Marketing e Comunicação Estratégica precisam entender de
gente. Antropologia do Consumo e Comportamento do Consumidor. Daí entrar na
mente dele pelo Neuromarketing. Não sem ter o Branding como ferramenta de gestão e aplicar tudo por meio de estratégias de Shopper e Trade Marketing. Sem esquecer que Marketing de Conteúdo e
Inbound Marketing nos dias de hoje são fundamentais para gerar engajamento e
novos clientes.

Essas “caixinhas” são algumas das disciplinas do MBA de Marketing e Comunicação Estratégica do IGEC, realizado em parceria com a Facha. Clique aqui para conhecer  gra de do curso, datas e outras informações. Aproveite e comece seu 2017 com a certeza de que vai estar no caminho certo para o sucesso.  Já estão abertas as incrições para a nova turma no dia 18/03.