O que falta para São Paulo distribuir a vacina contra Covid

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O governo do estado de São Paulo anunciou nesta segunda-feira (21) em coletiva de imprensa, que toda a população do estado vai receber a vacina contra a Covid-19, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac juntamente com o Instituto Butantan até fevereiro de 2021.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou a eficácia da vacina, tendo em vista seu sucesso nos estudos clínicos de segurança. Dos mais de 50 mil voluntários, 94,7% não tiveram reação adversa, mostram os estudos.

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Após o pronunciamento de segurança da CoronaVac, expectativas são geradas para que a distribuição aconteça o quanto antes. Mas resta saber o que mais precisa ser feito para que a CoronaVac seja distribuída para SP e para o restante do país. 

O que falta para São Paulo distribuir a vacina contra Covid
Fonte: (Reprodução/Internet) 

Etapas que faltam para a distribuição 

Os testes de segurança não são a única etapa a ser seguida, é necessário que a vacina passe pelos estudos de eficácia, os quais irão identificar se ela consegue efetivamente inibir a contaminação pelo coronavírus.

Se os resultados dos estudos de eficácia forem satisfatórios, a próxima etapa é a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a partir de sua autorização, a CoronaVac poderá ser disponibilizada a população brasileira. 

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Porém, o processo de autorização da vigilância sanitária é demorado, em contrapartida, o governo de Estado de São Paulo fez um apelo para que a solicitação seja considerada como ‘emergência’, assim, o procedimento pode ser desenvolvido o mais rápido possível. 

A previsão de que até 2021 os brasileiros estejam imunizados 

Durante a coletiva de imprensa, o governador Doria disse ter até dezembro deste ano um estoque de 6 milhões de doses importadas da China prontas e outros 40 milhões produzidos pelo Instituto Butantan, número suficiente para imunizar toda a população de SP.

Logo, a expectativa do governo é que a campanha de vacinação em São Paulo comece até fevereiro de 2021, seguindo o cronograma esperado. E os primeiros a serem vacinados serão os profissionais da saúde. 

Além disso, segundo o governo, o Instituto Butantan iniciará em outubro a construção de uma nova fábrica para produzir o imunizante, com capacidade para criação de 100 milhões de doses por ano. O Estado também tem contrato para receber um total de 55 milhões de doses pela Sinovac no próximo ano. 

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