OMS afirma que a volta às aulas não agravou a pandemia

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A Organização Mundial da Saúde (OMS), publicou nesta segunda-feira (14) atualizações no protocolo de reabertura das escolas. Após levantamento, a organização afirmou que a retomada às atividades escolares não agravou a pandemia.

O estudo trata sobre alguns países que já iniciaram as aulas presenciais. No Brasil, diversos governadores como o Ibaneis, do Distrito Federal (DF), voltaram atrás na decisão do retorno de alunos às salas de aula.

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Em Amazonas, por exemplo, as aulas já retornaram, assim como na China, país que os primeiros casos da Covid-19 estouraram. O guia, que trata sobre os países que se arriscaram, foi desenvolvido em parceria com o Fundo das Nações para a Infância (Unicef) e com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco).

OMS afirma que a volta às aulas não agravou a pandemia
Fonte: (Reprodução/Internet)

A seguir, confira os principais pontos do levantamento da OMS sobre a volta às aulas.

Não houve aumento de casos, mas Israel provou o contrário

Como destaque do documento, a OMS destaca que a maioria das evidências de países que reabriram os centros educacionais, ou nunca os fecharam, sugerem que as escolas não foram associadas a aumento na transmissão na comunidade.

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Entretanto, o estudo não entrega certezas. A organização ressalta que é necessário ficar atento a casos excepcionais, tais como em Israel, onde foi registrado um surto do novo coronavírus nos primeiros dez dias de reabertura das instituições escolares.

Ainda, a OMS salienta que é necessário um bom plano de prevenção da Covid-19. A limitação de alunos em sala de aula, distanciamento social entre mesas/estudantes, o revezamento de turmas, a boa ventilação, o controle na testagem de possíveis infectados, uso obrigatório de máscara e a higienização constante das mãos.

OMS e CDC discordam sobre o contágio em escolas

O guia ainda conclui que, o fechamento das escolas só deve ser considerado em casos de não existir outras alternativas. A OMS afirma que a Covid-19 tem carga limitada na saúde das crianças.

Contudo, o estudo foi contrariado por pesquisa divulgada no Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que diz que crianças em creches ou escolas têm maior chance de transmitir o vírus para os moradores da mesma casa.

A organização, finaliza o novo documento afirmando que o fechamento de escolas tem impactos negativos claros sobre a saúde infantil, educação e desenvolvimento, renda familiar e economia. Confira, em inglês, o guia na íntegra.

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