Veja fotos de Jessi Combs, a mulher piloto que morreu para pesquisar um recorde

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Veja fotos de Jessi Combs, a mulher piloto que morreu para pesquisar um recorde
Fonte: (reprodução/internet)

Programas dedicados à indústria automotiva ou a recordes são bastante famosos nos Estados Unidos. Alguns deles contam com participações de pessoas que alcançaram a fama justamente por fazer parte do mundo televisivo. Quem já assistiu seriados como Overhaulin ou As Mecânicas com certeza deve ter ouvido falar de Jessi Combs, uma piloto que bateu alguns recordes de velocidade e acabou entrando para o Guinness Book. Porém, algo trágico ocorreu com a moça em agosto de 2019, abalando todo o mundo. Sua história é bastante emocionante e será relembrada aqui. Por isso, clique em próximo e veja fotos de Jessi Combs, a mulher piloto que morreu para pesquisar um recorde.

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Jessi Combs e a sua paixão por carros

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Fonte: (reprodução/internet)

Nativa de Rockerville, nos Estados Unidos, Jessi Combs nasceu em 27 de julho de 1980. Desde muito jovem, a moça sentia uma paixão pelo mundo automotivo e devido a isso, ela resolveu ingressar na WyoTech (Wyoming Technical Institute), uma escola técnica especializada em design e construção de automóveis.

Por lá, Combs acabou se especializando em restauração de veículos danificados e fabricação de carros personalizados e Hot Rods, além de aprender como otimizar o desempenho do motor e da transmissão de um automóvel. Graças a essa grande experiência, a futura pilota ajudou na construção de um carro, que foi apresentado no Salão de Automóveis de Las Vegas, após ser convocada pelo departamento de Marketing do próprio instituto.

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Pilota ou apresentadora de TV?

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Fonte: (reprodução/internet)

Embora a moça não tivesse planejado trabalhar em algum canal de TV, aconteceu exatamente isto em sua vida um pouco tempo depois. Jessi Combs foi convidada e contratada para ser apresentadora da extinta emissora Spike TV, que fazia parte da famosa rede Paramount, para apresentar o programa Xtreme 4×4.

Este seriado, por vez, consistia na construção de jipes e picapes, além da fabricação de carros de competição. Ao todo, o programa teve mais de 90 episódios e Jessi estava feliz por estar trabalhando com isso. Após resolver deixar o canal, a moça fez outras séries, chegando a apresentar Caçadores de Mitos, em 2009.

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Um perigoso acidente quase mata Combs

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Fonte: (reprodução/internet)  

Jessi Combs ajudou na elaboração e na idealização de diversos projetos, nos quais a ajudaram, por exemplo, a ter acesso ao American Welding Society – Organização que promove a ciência e a tecnologia relacionadas à soldagem de carros.

Com isso, a moça era capaz de construir praticamente qualquer coisa, questão que lhe rendeu o respeito e a admiração de todos. Por volta de 2008, durante a gravação de seu programa, Combs quase perdeu a vida em um acidente, após uma barra de metal cair sobre si. A sua coluna foi dividida em duas partes, o que levou ao seu afastamento na área por cerca de um ano e meio.

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O início dos recordes

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Fonte: (reprodução/internet)

Após tomar um susto com o acidente inesperado e se recuperar em oito meses, Combs se dedicou à corrida e ao aperfeiçoamento da técnica, fazendo com que o seu primeiro recorde de velocidade fosse alcançado. Isso aconteceu em 9 de outubro de 2013, no North American Eagle Supersonic Speed ​​Challenger, onde a moça atingiu uma velocidade máxima de 709 km/h, quebrando, assim, um recorde que datava 48 anos.

Diante disso, muito mais recordes estavam por vir. Ressalta-se que foi por meio de suas aparições na TV que Combs conseguiu adquirir experiência para ser, além de construtora de carros, também pilota.

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Disputas de velocidade

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Fonte: (reprodução/internet)

Além de ser dublê, Combs começou a participar de competições off-road e a frequentar eventos de velocidade. Dentre as suas atuações, a pilota já participou da Baja 1000 e do King of Hammers, tradicionais eventos norte-americana que misturam corridas no deserto e trilhas.

Em 2016, Jessi estabeleceu com sucesso o seu próprio recorde, atingindo 768 km/h, uma marca que lhe rendeu a mulher mais rápida do mundo em um quadriciclo. Claro que, com um desejo constante de superar isso, ela não ia ficar por isso mesmo. Então, ela buscou alcançar o reconhecimento do recorde feminino absoluto de 825 km/h, estabelecido em 1976 por Kitty O’Neil.

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Recorde não registrado

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Fonte: (reprodução/internet)

Nessa tentativa de alcançar cada vez mais recordes, em setembro de 2018, no mesmo carro utilizado em 2016, Jessi Combs conseguiu atingir a marca dos impressionantes 777,75 km/h em um trajeto de 20km perto do deserto de Alvord, no estado de Oregon, Estados Unidos.

Infelizmente, não foi possível registrar o recorde da pilota de forma oficial devido a algumas exigências que não foram contabilizadas por conta de problemas mecânicos – o North American Eagle só conseguiu mensurar uma delas. Apesar desse transtorno, Combs não desistiu de bater recordes e estava em busca de cada vez mais, tentando superar-se sempre que desse.

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Um acontecimento marcante…

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Fonte: (reprodução/internet)

No dia 27 de agosto de 2019, no deserto de Alvord, Jessi Combs estava preparada para bater mais um recorde inédito. No local propício ao evento, ela conseguiu fazer história sem saber, pois após ter atingido a velocidade máxima, alcançando a marca de Kitty O’Neil, a roda dianteira de seu carro de corrida bateu em um objeto que estava na pista.

Isso causou um acidente inusitado e o veículo de Jessi foi completamente destruído, depois de pegar fogo. Como resultado, Combs faleceu. Não foram divulgados mais detalhes sobre o que aconteceu de fato, porém tudo ocorreu por volta das 16h do horário local.

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A dor do seu parceiro

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Fonte: (reprodução/internet)

‘‘Não há registro que valha a pena não tê-la mais aqui comigo’’, ressalta o companheiro de Combs, Terry Madden, em seu post do Instagram ao receber a notícia de que sua namorada havia entrado no Livro de Recordes do Guinness. O namorado de Combs também compartilhou alguns detalhes de como aquele dia passou, dizendo que ela acordou naquela manhã já pensando em fazer história.

Madden mencionou que aquilo era algo que ela realmente queria alcançar e apesar de chorar sempre que vê o carro dela, ele está muito orgulhoso de sua namorada. Ao final da publicação, o homem diz que esse era “o último recorde” que ela pretendia quebrar e se arrependeu de não ter a convencido de não entrar naquele veículo.

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Nota oficial da família

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Fonte: (reprodução/internet)

Na manhã do dia 27 de agosto de 2019, a família de Jessi Combs soltou uma nota oficial confirmando a morte da pilota e apresentadora de TV. De acordo com o enunciado, Combs era uma pessoa positiva e estava sempre sorrindo, buscando, incansavelmente, realizar os seus sonhos.

Para muitos, a pilota era uma referência para muitas mulheres ao redor do mundo. Ademais, a nota ressalta que a moça viveu sem medo durante o momento de sua partida e o seu legado permanecerá na vida de quem a acompanha de alguma maneira. Diante do caso, a família de Jessi resolveu criar uma fundação para ajudar mulheres a seguir os seus sonhos.

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Jessi Combs entra para o Guinness Book

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Fonte: (reprodução/internet)

Na época do acontecimento, o registro não veio à tona, talvez por não ser o momento certo para fazer a análise da telemetria do veículo. Entretanto, algum tempo depois, foi concluída a análise e então a notícia foi divulgada 10 meses após o acidente: Jessi Combs passou a ser a mulher mais rápida do mundo, atingindo uma velocidade máxima de 885 km/h e uma média de 841,33 km/h.

Esse recorde foi reconhecido por ninguém menos que a mais importante editora mundial, a Guinness Book. Apesar de ser a título póstumo, Jessi Combs conseguiu realizar, de forma trágica, o que desejava a tanto tempo.

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